Rosa Parks



Morreu ontem, aos 92 anos de idade, Rosa Parks, pioneira da luta pelos direitos civis para os negros nos Estados Unidos. Ela, que se tornou famosa após se negar a ceder seu lugar no ônibus a um homem branco, em 1955, morreu dormindo em casa, na cidade de Detroit, acompanhada por amigos e familiares.




A negativa em ceder o assento no ônibus desencadeou um movimento para acabar com a segregação racial nos EUA. Na época, por ser negra, ela era obrigada a obedecer a solicitação, por estar no conservadora parte sul do país. Acabou presa.



Sua prisão provocou a reação dos afro-americanos, que boicotaram os ônibus de Montgomery, Alabama, durante um ano. A atitude de Parks mobilizou mais de 50 mil negros em Mongomery, que começaram a protestar por seus direitos.



Um jovem pastor chamado Martin Luther King, à época desconhecido, liderou o boicote e um movimento de não violência que geraria mudanças na legislação local, estadual e federal em favor dos negros nos Estados Unidos.



A saúde de Parks se deteriorou nos últimos anos da década de 90. Por isso, ela deixou de dar entrevistas e aparecia poucas vezes em público. Em 1995, afirmou: "Gostaria que as pessoas dissessem que sou uma pessoa que sempre quis ser livre e que queria isso não apenas para mim; a liberdade é para todos os seres humanos", afirmou.


Ontem ao assistir o jornal onde um cientista político da G.V. analisava os efeitos do resultado do referendo sobre desarmamento e também o resultado positivo da mobilização da comunidade sobre alguns bairros da periferia de São Paulo, onde a estatísticas de morte diária passou de 36 para somente 3 no mes passado eu pensei:

- Quanto poder nós temos quando nos mobilizamos em prol da comunidade e sem a necessidade do uso da força e da violência.

- Poderíamos também usar o poder do voto ao escolher o político certo, mas a prática comprovou que sempre somos enganados quando induzidos pelos meios de comunicação de massa que procuram preservar interesses de acordo com a teoria do "É dando que se recebe". É claro que existe as excessões.

- Eu creio que os jovens de hoje, mesmos aqueles que não seguem nenhuma crença religiosa, ja vieram mais espiritualizados e antenados.

- Acredito que se eles se engajarem na política, assim como os jovens promotores atuais que vem fazendo um papel brilhante e outros em funções públicas diversas, em 2 ou 3 décadas nos livraremos das velhas rapozas que tanto mal tem causado ao praticarem politicagem ao invés de política.

- Jesus na parábola dos talentos, ja afirmava que nossos talentos deveriam render sempre 100 % .

- Neste mundo, não viemos a passeio e cada um de nós, de uma maneira pessoal, tem um papel fundamental na comunidade, na sociedade,na família ...

- Não importa que sejamos branco, negro, amarelo ...

- Não importa que sejamos pobre, rico, abastado ...

- Não importa que sejamos sem estudo ou estudado ...

- O que importa é que dentro de cada um existe um talento que precisa ser utilzado.

- E se juntarmos todos esses talentos ....

- Certamente eles renderão 100 %



"Deus nos guardem na palma de suas mãos"

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